Minha Trepanação
Relato preliminares da cirurgia de trepanação realiazada em minha casa por mim e minha assistente. Em breve colocarei detalhes em vídeo e texto sobre todo procedimento.
Confesso que estava anscioso para esta ocasião. Fazia alguns anos que planejava um calendário para realizar a Trepanação. Este ano, tudo convergiu para o sucesso dos meus desejos.
Uma profissional da área médica colocou seu consultório e seus serviços a minha disposição. Fiquei muito empolgado, haja vista as condições de higiene bem como todo material necessário para uma cirurgia de abertura do crânio em ambiente seguro e adequado aos procedimentos.
Para uma cirurgia, qualquer uma, ter pleno êxito basta levar em considaração duas condições, o movimento soli-lunar e a posição lunar. Isto é suficiente para sucesso absoluto, mesmo em cirurgias complicadas e complexas. Não levando em consideração estes fatores, as mais simples cirurgias podem causar estragos irreversíveis, como pode ser ver constantemente no meio médico.
No meu caso, as datas e horários, bem como as condições convergiam, salvo um único fator: o humano.
A cirurgia de trepanação foi marcada para as 10:30 AM em ponto, apesar de todas as especificações, metodologia, procedimentos etc estar tudo acertado, às 9:00 horas a assistente da médica me ligou e desmarcou tudo, como alegação justificatória, apenas uma: MEDO.
As pessoas vão até onde podem, e eu me conformei naquele instante com a situação da pobre doutora. Mas, para mim, as coisas tomariam um novo rumo, como concretizar o empreendimento? Passei o resto da manhã comprando material necessário para realizar a cirurgia. Seguindo orientações de pessoas que anteriormente haviam feito a mesma cirurgia em casa, comprei alguns instrumentos que seriam necessários: fura-coco altamente cortante, faca amolada e, material de higiene e limpeza.
Uma assistente que me acompanharia na cirurgia filmando e dando total suporte, se ofereceu para os prodecimentos de cortar e abrir o couro da cabeça, fazer um escalpo.
O Nervosismo
A boa vontade da minha assistente, fidelíssima, as minha ordens, não foi suficiente e colaborou bastante para um complicação. Ao contrário do que ela imaginava, o corte profundo de aproximadamente 1 cm de profundidade e 5 ou 6 centimentros de extensão, fez seu sistema nervoso entrar em pânico.
Apesar da boa vontade, o fluxo exagerado do sangue inicial deixou ela em pâncio. Ela Tremia e chorava de medo e angustia, eu simplesmente tentava acalmar e dizer que tudo aquilo era normal.
Interrompemos o procedimento dezenas de vezes, como você leitor, poderá ver nas cenas filmadas, para ela se recompor e se equilibar emocionalmente.
Foi algo muito sofrível para ela, que é uma pessoa muito meiga, sensível e aveludada nos tratos. Já para mim, não foi tão dificil, às vezes seu nervosismo me incomodava e até pensei que em certo momento que perderia a pasciência, mas isto não aconteceu.
Não foi muito difícil para mim, mesmo nos cortes sem anestesia. A anestesia foi muito útil e necessária para conter os incomodos. Os piores cortes foram feitos sem anestesia, pois foi usado um martelo e uma faca amolada para romper a resistência do couro cabelo.
Autotrepanação
Já fora de hora, iniciamos os procedimentos as 13:00 horas em ponto. Foi necessário várias interrupções até recorremos a material profissional, tais como anestesia etc. A mesma médica forneceu o material e retomamos o procedimento por volta da 18 horas. Por volta das 22 horas a derme estava completamente aberta e deparamos com o osso do crânio, até aí foi tarefa da minha assistente, a partir de então abrir o crânio ficaria por minha conta.
Segundo as dezenas de depoimentos, a pessoas poderiam se autotrepanar. Uma mulher sozinha, usando uma furadeira realizou a experiência em 40 minutos, e os outros depoimentos confirmavam a simplicidade do fato.
No meu caso isto não foi tão simples. O fura-coco amoladíssimo nem arranhou o osso do crânio, e toda instrumentação usada foi completamente inútil, é bom lembrar que a hemorragia durava mais de uma hora. Interrompemos o procedimento e analisamos a situação, minha cabeça parecia uma fonte jorrando sangue sem parar, aproveitamos a ocasião para comprar algum material médico numa farmácia e encomendamos um uma furadeira, com diversas brocas de concreto, madeira e metal.
Ligamos para outra aluna que me trouxe furadeira de seu marido com brocas e retomamos o procedimento às 22 horas. Após varias tentativas com a broca foi verificado que a mesma havia perfurado apenas pouco mais de 1 mm e tinha aumentado consideravelmente o fluxo da hemorragia que naquelas alturas já passava de pelo memos 300 ml de sangue vertido. Deparamos com a possibilidade de fracasso total. Ou a conversa daquelas pessoas estavam fora da realidade, ou meu osso era muito mais duro que os ossos dos outros.
Decidimos parar e fazer uma meditação, solicitando apoio dos mestres e anjos, bem como orientação para parar o procedimento ou continuar. Decidimos continuar.
Foi então usado duas facas e uma chave de fenda cortante. Começou surgir os primeiros resultados. O osso branco começou liberar espaço para as facas, mas a chave de fenda não deu resultado, ela servia apena para uniformizar o buraco que aparecia lentamente. Após duas horas a faca atingui a camada interna do crânio com pequena agressão numa membrana que jorrou sangue cinco vezes mais que o normal.
FIM. Chegamos as membrana que envolve o Cérebro.
O cérebro foi avistado através das menínges e pulsava desesperadamente como se fosse um coração: O CÉREBRO PULSA. O sangue e a barulheira foi suficiente para deslocar o centro da minha consciencia e continuamos abrindo o buraco que parecia um funil. Largo na parte de cima e fino na parte de baixo onde se encontrava com o cérebro.
Agora exaustos, 1 hora da manhã, resolvemos chamar um taxi para ir até o hospital mais próximo fazer a sutura e estancar o sangue. O fluxo reduziu quando e já nem saia mais sangue e fui levado direto para sala de cirurgia. As cenas cômicas do médicos não pode deixar de ser relatadas.
O hospital
- Meu senhor como isto aconteceu? Perguntou o médico enquanto sua assitente olhava assustada para aquela cena.
- Acidente. Foi a resposta que dei, a verdade não interessaria ninguem e só causaria escândalo.
- Senhor, parece um corte feito intencional, foi acidente mesmo? Perguntou o médico seguido de comentários de sua assistente que concordava com ele.
A insistência do médico, julguei procedente dizer a verdade até porque não é correto alguém espiritual sustentar dúvida e alimentar uma inverdade.
- Não. Respondir. - Este corte foi feito intencionalmente. Foi uma cirurgia de Trepanação.
- Trepanação? Assustados perguntaram.
- Sim. A trepanação acompanha a humanidade há milênio, ela sempre foi feita nos casos espirituais com a justificativa de expandir a consiciência e liberta as células dos condicionamentos.
- Meu amigo, isto devia ser feito por um médico cirurgião “sei lá o que”.
- Sim, mas que cirurgião “sei lá o que” faria isto sem as razões da medicina.
- É verdade, o conselho de medicinas etc…
Então respondir: - “Pois então meu amigo. Quem não tem cão cassa com gato.”
Foram sete pontos e aproveitei para fazer fotografias de Raios X se havia algum traumatismo etc…
Saímos do hospital 2:40 manhã.
O médico aplicou seis pontos no corte e por medida de segurança aplicou uma injeção anti-tétano. Após foi tirado Raios X para ver a gravidade do traumtismo craniano e ficou tudo bem.
Tudo foi Gravado
O procedimento foi filmado, com diversas interrupções devido a demora do processo e a quantidade de fita VHS da camera. Uma câmera digital também filmou partes do procedimentos. Em breve coloco todo filme disponível para quem quiser assistir.
Conselho
Se você deseja fazer autotrepanação, por favor, entre em contato comigo, eu darei dicas muito uteis para um procedimento menos complicado. E você não correr o risco de desistir no meio do procedimento.



