Contatos Imediatos
Aqui descrevo sobre as lembranças que começaram a brotar na minha mente recentemente, a respeito de um possível contato com alienígenas em minha infância.
Durante toda minha vida, como pode comprovar pessoas da minha intimidade, sempre me posicionei contra qualquer coisa que se relacione a ETs, OVNIs, Alienígenas… as razões são óbvias: 100% dos casos de ALIENÍGENAS se tratam de psíquismo mediúnico, enquanto os casos de OVNIS e Extra-Terrestres são pelo menos 95% uma fraude, e os 5% restantes são questionáveis. Tudo que há, são conjecturas e subterfúgios, e no meu modo de ser não pode haver espaço nem para uma coisa nem para outra.
Acontece que nos meses anteriores a esta publicação, desde uns três meses atrás, algumas memórias e lembranças apagadas ou esquecidas, começaram a povoar minha mente. Não quero com este artigo desdizer ou mesmo desfazer minhas posições com relação a este tipo de fato, continuo com as mesmas convicções, porém, de agora em diante sou obrigado a “morder a língua” quando o assunto vier à tona.
Fatos de Criança
Sempre acreditei ter todas as lembranças de minha infância, desde antes do útero, no útero e após nascer, nisto não há nenhuma novidade em si tratando de pessoas sensíveis. O que eu não sabia, é que muita coisa ainda estava escondida dentro do meu sangue e células, e pelas memórias que agora ESPONTANEAMENTE se apresentam tenho muito a rever sobre minha infância. Digo isto, por que não me lembrava e nem tinha a menor noção que as narrações descritas a seguir poderiam fazer parte do meu conteúdo.
Começarei pela idade entre meus 4 a 6 anos, época em que eu adorava que a noite chegasse para poder deitar e dormir, eu descobrir nesta época que enquanto meu corpo dormia minha consciência fica acordada e eu podia fazer muita coisa. Esta ocasião era a melhor, para eu deixar o mundo dos adultos com suas regras e também o mundo dos meus irmãos mais velhos, para viver no meu mundo, onde as regras são ditadas pelos Arcontes e seus satélites.
Todas as noites eu deixava meu corpo dormindo no sofá da sala ( minha mãe me permitia dormir na sala) e ia para rua brincar, fiz tanto isto que não demorou muito arranjar entre outros um amiginho fatasma especial que vadiava comigo em frente minha casa na rua da pequena cidade do interior da Bahia.
Coisa de criança, papo de criança! Numa ocasião, resolvi dividir com minha mãe sobre meu amiginho (imaginário para ela) e se não bastasse disse-lhe ainda que o encontrava durante à noite, estas foram as palavras-chaves para despertar sua preocupação comigo: sair à noite para brincar na rua. Como qualquer mãe, a minha se arrepiou. As semanas seguintes para ela foram perdidas em me observar durante a noite, procurando ver quando realmente eu saia de casa. O que ficou provado para ela que não, aquilo não passava de coisa de criança. Mas ela por ser cuidadosa voltou o assunto e me indagou sobre meu amiginho e etc. Eu confirmei a mesma história sem alterações, e lhe disse que durante a semana tinha saído para rua. Ela aliviou-se e me disse ser tudo aquilo fantasia, que ela tinha me observado durante todo tempo e eu havia permanecido dormindo. Para assegurar que eu me encorajasse a fazer realmente aquilo, ela me recomendou que eu não devia fazer aquilo - “não saia à noite, ela foi feita para dormir, faça isto durante o dia, ele foi feito para crianças brincarem” - e deu um ponto final na história.
Ela fez a parte dela, investigou e comprovou que tudo não passava de fantasia, para ela tudo estava bem, e aquilo tudo não passava de coisa de criança. Aquela conversa não tinha a menor veracidade. Já para mim, aquela conversa simples e aparentemente tola teria consequencias.
Na mesma noite, como de costume, sair para rua e não demorou muito meu amiginho em especial apareceu e disse -”sua mãe não disse para você não fazer mais isto?”, “você esta sendo um menino desobediente”, “bons meninos devem obedecer as mães” etc… Ele ainda me disse que ia embora e que eu o veria somente mais tarde, quando eu me tornasse adulto e partiu para sempre.
Aquela conversa foi muito ruim para mim, mas nesta época eu parecia ser autista, não dei muita atênção para situação e continuei com minha vida normalmente. Estas lembranças não são especiais, estiveram sempre acessíveis para minha mente. Vamos agora as memórias que estão sendo novas para mim.
O Aviso
Depois disto tudo continei saindo para rua, às vezes tinha saudades do meu amiginho, mas me conformei muito bem com ausência.
Certa noite veio uma pessoa adulta e me perguntou - “O que fazia sozinho na rua aquelas horas?”, uma resposta óbvia de criança - “estou brincando!”, a pessoa me disse, “você está correndo perigo aqui fora, vá para dentro de sua casa. Existe criaturas na esfera da Terra, foi lhes permitido entrar”. Eu então lhe disse, -”olhe! a rua está vazia só tem nós dois.” Aviso dado a pessoa se foi.
Outra ocasião novamente apareceu a mesma pessoa, - “você de novo aqui?”, “eu não lhe disse que é perigoso, vá brincar dentro de sua casa!”. Eu continuei como estava, vendo minha distração e inocência o o homem me disse - “enquanto puder ficarei escondido protejendo você”, e eu lhe disse - “tudo bem”, ele ainda me recomendou não falar com mais nenhum estranho e se aparecer alguém que eu entrasse em casa imediatamente. Não vi mais esta pessoa, mas percebia sua presença.
Os Alienígenas
Certa noite estava eu brincando na rua, quando sem me assustar, vi três pessoas, elas eram semelhantes a pessoas altas e magras, e estavam observando na minha distração de criança. Quando percebir suas presenças, eles dirigiram até mim de forma muito cortez.
Ele se apresentaram, expuseram as razões de estarem alí me observando. Suas aparências não me assustaram, pois guardavam muita semelhança com os humanos, mas agora me lembro que não eram humanos, apesar disto eu agia muito parecido com uma criança autista, já que não me ofereciam nenhuma ameaça não os temi, me esquivei como me fora recomendado, mas houve insistência.
Acontece que estes três me extenderam o convite de participar de uma experiência, alegaram que eu estaria fazendo um bem para humanidade, que toda experiência seria revertida em favor de todos. Diante disto, eu solicitei apenas uma perguntas antes dar minha resposta final: -”VAI DOER?”, e ele disseram - “Não! não vai doer nada, nós cuidaremos para que você nem se lembre. Mas, as memórias virão a sua mente somente quando você se tornar adulto.” e ficou claro que isto seria festo desta maneira por minha exigência, então eu lhes respondir -”Se é pelo bem da humnidade e não vai doer, então tudo bem, vamos fazer a experiência”. A experiência não foi imediata, houve preparos e durou semanas.
No mês seguinte, meu guardião que havia vacilado na terefa, perguntou-me a razão de eu não ter aparecido para brincar durante aquele período. Eu disse que não sabia (e era verdade). Ele ainda me perguntou se eu havia falado com estranhos, eu disse que não (porque não me lembrava), ele então por meio de sua clarividência me disse que via o que tinha acontecido e que a presença dele alí já não era mais necessária, e que ele não podia fazer mais nada por mim e partiu.
Os anos seguintes da minha infância
Após tudo isto, as coisas não ficaram normais. Eu adoecir gravemente, psiquicamente, emocionalmente e físicamente. Tudo na minha vida se transformou. De uma criança normal, passei a ter os piores problemas psíquicos e pesadelos. Sem nenhuma razão minha consciência que sempre esteve ligada ao Mundo Nirvana, conquistado nas minhas encarnações anteriores, iniciou um mergulho sem fim nas trevas da materialidade e na mediocridade comum como qualquer criança.
Os três anos seguintes ou mais, foram um terror para, disso me lembro bem. Porém, ainda não tenho argumentos para culpar os Alienígenas, entretanto as coisas muduram radicalmente após aquele encontro. Eu que amava à noite, passei a desejar que ela não chegasse e quando meu corpo adomercia, eu sofria muito, havia muita tremedeiras, ele ficava gelado e doía muito até eu perder a consciência pela madrugada a dentro.
Eu que gostava de dormir no sofá da sala - com autorização da minha mãe - para poder sair à noite, tive que me mudar para o quarto do irmão mais velho. Dormia numa cama separada, mas o crescente terror me fazia um tirano em força a dormir com ele na sua cama.
Eu pedia para ele me abraçar enquanto dormia e peida para não me soltar. E quando ele não fazia isto, era muito ruim. Com razão ele me disse que abraçar uma vez tudo bem, mas toda noite era muito incomodo e que eu NÃO TINHA NADA DAQUILO que dizia, ele me colocava na minha cama quando dormia porque eu estava sossegado, não havia tremedeira nenhuma e eu muito menos ficava frio durante à noite, pois estava bem coberta e suava bastante por sinal.
Eu gostava de ser solitário nas brincadeira, apesar de ter irmãos menores e uma irmãzinha maior, mas eu gostava de ficar sozinho com minha ilusões, mas desde estes acontecimento, tudo ficara diferente agora eu era criança dependente emocionalmente e chata, não queria ficar sozinho e pedia a presença de alguém todo tempo. As coisas pioraram muito mais desde então até a adolescência.
Cabe dizer que isto é apenas uma narração destas memórias novas, ainda não avaliei as condições sociais e familiares que me acercavam naquela época. Tais contatos alienígenas podem envolver muita coisa da relação familiar ou social entre os indíduos que se pode imaginar.
Outra coisa é que ALIENIGENAS, para uma cidadezinha do interior da Bahia é assunto sofisticado demais para se inventar, os recusos são muito escassos.
Os Ufologistas
Eu atravassei minha adolecência como um pé de alface, e olha que em termos de consciência este saboros vegetal poderia ganhar de mim, assim como todo adolescente brasileiro.
O fato mais marcante nestes eventos, é que quando cheguei ao final da adolescência e morava em outra cidade, agora em Minas Gerais, quando estava cursando o segundo grau escolar, certo dia fui abordado por uma pessoa. Ela se apresentou com membro de um grupo de pessoas espiritualistas e me convidou para palestrar para eles, primeiro, por eu ser segundo ele a encarnação de um grande mestre ocultista que viveu nos Estados Unidos e segundo para eu contar a experiência que tive com os OVNIs. Aquilo foi chocante para mim, e o convite dele teve como resposta um deboche. Eu nunca tivera contato com ET e muito menos teria condições de dar palestras, dispensei o homem com frieza e fui embora.
Sei muito pouco desta sociedade, mas agora revendo os fatos, parece-me que era uma agremção de pessoas adiantadas no assunto. Esta seita ou sociedade alimentava nos seus membros coisas que desconheço agora, verei mais tarde, mas sei que minha presença os deixavam extasiados, isto era vísivel, enquanto me assistiam passar pelas ruas com seus olhinhos vidrados de paixão, e tudo o que eu lhes retribuia pela sua adimiraçaõ era o desdém. Eu os via como fanáticos e extraviados.
Certa ocasião, fui abordado por um vidente, ele acompanhou na rua e enquanto andava sem parar me perguntou porque razão não falava com eles, -”Você sabe que nós sabemos. Você tem IMPLANTES NA CABEÇA que eles colocaram”. Eu lhe respondi -”Meu amigo, sou um cético, não acredito nesta sandíces e loucuras, nunca tive contato com ETs, deixem-me em paz”.
A idéia de ser considerado a encarnação do tal que viveu nos EUA, não era novidade para mim. Ela me acompanha desde minha infância até hoje, e se eu não aceitasse por que tanta gente diferente em diversas parte do Brasil e do mundo me disseram, sou obrigado a me convencer pelas minhas recordações… já a idéia de ter contato com alienígenas é tão nova que ainda não preciso colocar à prova.
Diante destas novas informações, levanto suspeitas do tipo: quando criança eu era doente? eu era um deformado mental? Porque estas coisas estão surgindo na minha mente?
Buscando apoio científico, encomendei raio X do crânio e farei tudo para investigar as razões destas lembranças que aparecerem na minha cabeça. E se estou adoençendo, então está tudo bem, a santidade e loucura anda de mãos dadas. O psiquismo negativo é contagiante? Pois, centenas de pessoas me abordaram de alguma forma, sobre estes fatos que eu desconhecia e nem mesmo associava?
Seja como for, agora terei que pedir perdão a todos pelas ofensas e desdém .


2 Responses to “Contatos Imediatos”
By Wilma Mazzoni on Apr 24, 2008 | Reply
Meu querido!!!!,fiquei emocionada com seus relatos. Tudo o que descreveu,e realmente verdadeiro. Nao deve temer,pois as pessoas que tem este tipo de experiencia,passam por momentos de queda no seu estado fisico, porem e momentaneo, logo recuperara forças, e de tal maneira inesplicavel, se tornara observador,e sabera resolver seus problemas com muita sabedoria. Alem da criatividade,que surge assustadoramente. Creia que com certesa,e um dos escolhidos,para ajudar neste momento dificel que o planeta atravessa. envio muita energia e muita luz!!!!!!
By Fada San on May 11, 2008 | Reply
Oi!
Conheci um Swami chamado Sarvananda…era um Sarva Yoga…
Bom, sobre seu relato, possívelmente foram os greys e eu entendo tudo o que se passou com vc, pq comigo foi terrível, praticamente mudei de personalidade.
Mas pq vc se lembrou? Por que está acabando o tempo deles fazerem isso e ficar no esqueicmento. Ainda bem.
Regina Sylvia